Esquema de Aécio no setor elétrico de MG está vivo e em plena atividade

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Dimas Toledo é ligado tanto a Djalma Morais, de quem é sócio na Tabocas, quanto a Aécio Neves, a quem, segundo o doleiro Alberto Yousseff, pagava propina para se manter na diretoria de Furnas.

Dimas também atuou dos dois lados do balcão. Como diretor de Furnas, contratava a Tabocas, empresa da qual aparece hoje como sócio.

Haras na fazenda de Aécio, onde a rede da CEMIG foi desviada

Quando deixou Furnas, no primeiro governo de Lula, assumiu o conselho de administração da Tobocas.

A Tabocas tem hoje contratos em todo o Brasil e um de seus principais clientes é o governo federal, para quem faz obras gigantescas, como a Usina Belo Monte.

Seja com contratos em Furnas, Eletrobras ou na Cemig, o elo político da Tabocas é Aécio Neves.

Além de Dimas Toledo e de Djalma de Morais, a Tabocas tem oficialmente como sócios: Caio Marcio Barbosa Barra, Flavio Barbosa da Silva Resende, Newton Jose Leme Duarte e Guilherme Pereira da Silva Barra.

Para enfrentar a corrupção no setor elétrico brasileiro, a polícia deve investigar a Tabocas. Isso pode provocar um curto-circuito político e resultar num novo choque no presidente nacional do PSDB (licenciado) Aécio Neves.

É em Minas Gerais e não apenas no esquema de Eduardo Cunha que está a chave geral do sistema de corrupção que correu o setor elétrico brasileiro.

Falandoverdades

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